CFC engajado na campanha de auxílio a crianças e adolescentes recebe a visita da ministra Ideli Salvatti

Fernanda Angelo
RP1 Comunicação

Da esq. para direita: conselheiro Sérgio Faraco; Paulo Rodolfo Ogliari (Receita Federal); ministra Ideli Salvatti; Vania Labres, coordenadora do PVCC; José Martonio Alves Coelho, presidente do CFC; Juarez Domingues, presidente da Fundação Brasileira de Contabilidade.

Da esq. para direita: conselheiro Sérgio Faraco; Paulo Rodolfo Ogliari (Receita Federal); ministra Ideli Salvatti; Vania Labres, coordenadora do PVCC; José Martonio Alves Coelho, presidente do CFC; Juarez Domingues, presidente da Fundação Brasileira de Contabilidade.

A campanha nacional de arrecadação destinada ao Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente, coordenada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), ganhou um novo aliado: o Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Nesta sexta-feira (20), a ministra Ideli Salvatti esteve na sede do Conselho, durante reunião plenária, para firmar parceria com a classe contábil.

O objetivo da campanha é incentivar os contribuintes a doarem parte do imposto de renda devido ao Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente, que financia projetos e instituições de atendimento à população infantojuvenil em todo o País. Os recursos são aplicados exclusivamente nessa área e são geridos pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

O CFC já desenvolve projeto neste sentido. A conselheira Vânia Labres, coordenadora nacional do Programa de Voluntariado da Classe Contábil explicou que o PVCC, criado em 2008, visa sensibilizar a sociedade à questão. “Nós já temos 5 mil voluntariados cadastrados no sistema e trabalhamos a conscientização e a informação, em parceria com os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) em 27 regiões, com palestras e cartilhas, para explicar ao contribuinte como fazer a doação. Nós incentivamos e acompanhamos o processo”, destacou. Vânia acredita que o CFC tem um grande potencial em ajudar na campanha da SDH de apoio à criança e ao adolescente.

Na ocasião, o estudioso no assunto, Paulo Rodolfo Ogliari, representante da Receita Federal, apresentou dados sobre doações de pessoas físicas no País. Segundo ele, no Brasil, as pessoas não são estimuladas a doar. “Menos de 1% do contribuinte brasileiro participa de doações e, dos que doam, 84% não têm conhecimentos de incentivos fiscais”, destacou. Para ele, o papel do profissional da contabilidade é muito importante no auxílio desse processo de governança. “Esses profissionais têm um grande poder de penetração, devido à proximidade que têm com a sociedade”, lembrou.

Ministra Ideli Salvati com o presidente do CFC, José Martonio Alves Coelho, durante plenária na sede da entidade

Ministra Ideli Salvati com o presidente do CFC, José Martonio Alves Coelho, durante plenária na sede da entidade

Para a ministra Ideli Salvatti, a classe contábil vai ajudar a incentivar e orientar o contribuinte para que se possa ter o benefício à criança e ao adolescente. Ela parabenizou o CFC pelo programa social já desenvolvido e agradeceu o esforço da entidade em ajudar na campanha. “Tenho certeza que teremos o apoio dos 500 mil contadores por todo Brasil”, disse. Ideli ressaltou ainda que com a as contribuições haverá prioridade nas obras socioeducativas e no fortalecimento de todo o sistema de denúncia que envolva a criança e o adolescente.

O presidente do CFC, José Martonio Alves Coelho, destacou que é um dever da classe contábil contribuir com o Brasil nesse aspecto. “Nós temos o dever de incentivar a participação voluntaria da classe contábil e orientar os nossos profissionais a fazer as doações que sejam legais”, concluiu.

Fonte: http://www.portalcfc.org.br/noticia.php?new=20070